18/11/2010

Curiosidades

Você Sabia...?

      ...que há no Brasil, segundo o IBGE de 2000, pouco mais de 27.000 muçulmanos?
     ...que um dos deveres sagrados de todos os muçulmanos, homem ou mulher, é a peregrinação á cidade de Meca, na Arábia Saudita, berço do profeta Maomé, pelo menos uma vez na vida?
   O explorador Richard Burton disfarçou-se de peregrino e fez a viagem á cidade sagrada dos mulçumanos.
  O mulçumano deve rezar com o rosto voltado para a Meca.De acordo com um costume antiquíssimo, em Meca os peregrinos dão sete voltas em torno do santuário chamado Cá aba e beijam uma pedra negra (na verdade, um meteorito)que há ali.
  ...que os mulçumanos não comem carne de porco, animal considerado impuro, e são proibidos de se divertir com os jogos de azar?
  ...que a Hégira foi a imigração de Maomé e seus aliados, de Meca, onde eram perseguidos, pra Medina, em 622?
  A palavra Medina significa "Cidade" , elipse de Madinat Annabi, "cidade do Profeta".A Hégira marca o inicil oficial da era e do calendário mulçumano.
  ...que a palavra algarismo vem do árabe al-kbawarizmi, nome de um famoso matemático que escreveu um tratado de álgebra? 
  ...que na visão do Alcorão, todos os homens são iguais, independentemente de sua nacionalidade, cor etc.;mas estão divididos em mulçumanos e não mulçumanos ou infiéis?
  
  ...que o Alcorão justifica a autoridade dos homens sobre as mulheres mencionandos uma suposta superioridade masculina?
  De inicio, na Arábia islâmica as mulheres estavam sempre subordinadas a um parente masculino ou ao marido, que tinha sobre elas uma espécie de direitos e de propriedade.Algo semelhante acontecia na antiga Roma.Em certos países mulçumanos a condição feminina ainda hoje é muito difícil.Por outro lado, nas MIL E UMA NOITES há figuras femininas retratadas muito possivelmente, como Xerazad e a escrava Morjana (Na história de Ali Babá).

12/11/2010

Apresentação



Apresentamos...

As mil e uma noites constituem o antigo tesouro de histórias narrativas da literatura àrabe que há três séculos são conhecidas e exercem grande influência no Ocidente. Xerazad, a narradora, é uma contadora de histórias única: ela não as conta para distrair a atenção da passagem do tempo e da vida (como aconselha Machado de Assis, repetindo Diderot); ela conta histórias para não morrer, pois é o interesse despertado por suas narrativas que a mantém viva - tanto no livro, porque o Sutão não a mata, como na realidade, porque os leitores não a abandonam.